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No Brasil, a cada dez alunos de medicina em instituições privadas, quatro não atingiram nota no Enamed

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Exame Nacional afere nível de qualidade do ensino das instituições do curso de medicina.

Foto: Divulgação

No Paraguai, a UCP de Pedro Juan aprovou somente em 2025 mais de 220 médicos formados na instituição na prova do Revalida; aliada a Interamericana, curso de qualidade garante formação com preço acessível

Quatro a cada dez alunos de medicina em universidades privadas com fins lucrativos não atingiram nota mínima no Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) 2025.

Ao lado das instituições especiais (de economia mista) e universidades municipais, as privadas apresentaram os piores desempenhos na prova.

Ao todo, 351 cursos foram avaliados pelo MEC (Ministério da Educação) e cerca de 30% estão na faixa considerada insatisfatória.

No Paraguai, a Universidade Central do Paraguai de Pedro Juan Caballero aprovou somente em 2025 mais de 220 médicos formados pela instituição.

Aliada a Universidade Interamericana, a estrutura de ensino é considerada uma das melhores da América do Sul.

“Proporcionamos ensino de qualidade, com investimento bem abaixo do praticado no Brasil pelas instituições. Temos estrutura de alta performance desde o primeiro dia de aula até a formatura”, diz Carlos Bernardo, CEO da UCP-PJC e da Universidade Interamericana.

E junto a isso, a questão do valor reduzido das mensalidades integram conjunto perfeito proporcionando ensino de qualidade com estrutura adequada, garantindo formação de alto nível no ensino de medicina.

No Brasil, conforme divulgado pelos órgãos fiscalizadores, 54 cursos de medicina vão sofrer sanções de redução do número de alunos até os resultados da nova edição do Enamed.

De acordo com o Ministério, 89 mil alunos realizaram a prova, entre concluintes do curso de medicina e formados que tentaram ingressar na residência médica.

Para o titular da pasta, Camilo Santana, não é razoável que um aluno pague acima de R$ 10 mil de mensalidade em um curso deficitário.

O ministro também rebateu a defesa das instituições privadas de que a nota foi baixa por falta de interesses dos estudantes no exame.

As instituições que tiveram notas na faixa 1 e 2, ou seja, com menos de 60% de proficiência dos alunos, tem um prazo de um mês para apresentar recursos ao MEC. Sanções previstas envolvem suspensão de entrada de novos alunos e redução de vagas. (Fonte: MEC)

Fonte: Assessoria de Comunicação

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